Caso você esteja em dúvida sobre como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais, neste post vamos explicar alguns pontos importantes.

Uma vontade comum das pessoas que ficaram tanto tempo em isolamento social é a de voltar a viajar novamente.

Os setores do turismo estão se recuperando mês após mês os danos do ano passado. Porém, com a aplicação da vacina no país, este quadro pode se tornar mais favorável.

Nesse sentido, a elevada queda na compra de bilhetes aéreos desde o ano passado começou a se reverter.

Apesar disso, em maio deste ano, o número de passageiros em voos nacionais era apenas metade do registrado no mesmo mês em 2019, ano anterior à pandemia.

Porém, com a queda das medidas restritivas mais rígidas, os consumidores começaram a viajar outra vez.

É bom lembrar que, nesse contexto, a atividade dos voos ainda não está no mesmo patamar do período anterior à Covid-19.

Para saber mais sobre como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais, continue lendo!

Como está sendo o retorno dos voos nacionais

Depois de cair mais de 90% em 2020, o mercado aéreo pode levar dois anos para se recuperar totalmente.

Porém, o setor de companhias aéreas está tentando restaurar o volume de voos perdidos devido à pandemia do coronavírus.

Com isso, embora tenha havido crescimento nos últimos meses, as companhias aéreas ainda operam em números bem abaixo do normal.

No Aeroporto Internacional de Brasília, por exemplo, há atendimento de apenas 50% da demanda.

Entre os fatores que impulsionam o crescimento do setor de aviação em meio à crise sanitária, o turismo brasileiro tem perspectivas de crescimento.

Em junho deste ano, a Associação Brasileira das Companhias Aéreas (Abear), a Anvisa e a Anac declararam na Câmara dos Deputados que a saúde dos passageiros dos voos nacionais estava garantida na pandemia.

Isso se deve aos protocolos das companhias aéreas contra a disseminação da Covid-19. Por exemplo, o ar nas aeronaves é renovado a cada três minutos com o auxílio do filtro HEPA.

Para entender como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais, é importante considerar que a vacinação contra a Covid-19 começou aqui no Brasil em janeiro de 2021.

De lá para cá, mais de 100 milhões de pessoas já receberam a primeira dose no país.

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Embora tenha havido crescimento nos últimos meses, as companhias aéreas ainda operam em números bem abaixo do normal.

Como está a demanda por voos nacionais

Em junho deste ano, a demanda de voos nacionais aumentou 19,2%. Porém,  ainda é 31% menor do que em 2019.

Segundo estimativa da Abear, a gama de voos nacionais não voltará aos níveis pré-pandêmicos até o primeiro trimestre de 2022.

Em relação às ofertas internacionais, a retomada deve ser ainda mais lenta, entre 2023 e 2024, o que está relacionado à abertura das fronteiras para os brasileiros.

Além disso, a elevação das ofertas de voos depende da demanda dos viajantes. Em junho deste ano, a demanda por voos nacionais cresceu 19,2% e, para, os voos internacionais, 25,2%, de acordo com a Anac.

Este é um panorama geral de como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais.

Apesar do avanço da vacinação, essa demanda de passageiros ainda é 31% menor do que em 2019.

Nos primeiros quatro meses deste ano, as cidades do Nordeste foram os destinos de viagem mais procurados. Em seguida, vem a região Sul.

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Como está sendo o retorno dos voos internacionais

No mercado internacional, dadas as restrições, o turismo ainda tem alta retração. A demanda foi 85% menor do que em 2019. Ou seja, houve queda de 67% nos negócios das companhias aéreas.

Nesse cenário, os destinos internacionais mais solicitados estão na América Central e no Caribe.

No entanto, outras regiões continuam apresentando um nível relevante de vendas. Locais de destaque internacional são México, Egito, Maldivas e Miami.

Entre março e junho, o número de voos internacionais no Brasil diminuiu cerca de 90%. Nesse contexto, muitas companhias aéreas suspenderam seus voos.

Mas depois de pouco mais de três meses praticamente sem voos do Brasil para o exterior, as empresas aéreas estrangeiras e nacionais já começam a trabalhar na retomada das operações de voos ao país.

Nesse sentido, há um certo avanço no entendimento de como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais.

Confira algumas das empresas que já confirmaram que vão retomar as atividades no Brasil:

-> Aerolineas Argentinas

-> Aeromexico

-> Air Europa

-> Air France

-> Alitalia

-> Amaszonas

-> American Airlines

-> Avianca

-> British Airways

-> Cabo Verde Airlines

-> Copa Airlines

-> Edelweiss

-> Emirates

-> Ethiopian Airways

-> Flybondi

-> Iberia

-> Jetsmart

-> KLM

-> Latam

-> Lufthansa

-> Qatar

-> Swiss

-> Tap

-> Turkish Airlines

-> United

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Como estão as fronteiras internacionais em relação aos brasileiros

Na atual situação,  42 países apresentam restrições para aceitar brasileiros. Isso quer dizer que você pode ir para esses países, mas precisará ter em mãos o comprovante da vacina.

Além disso,  28 países têm restrições moderadas. Nesse caso, esses países podem ser visitados, mas será necessário a quarentena na chegada ou no retorno, além da prova de vacinação ou um teste negativo para Covid-19.

E, ainda, 85 países têm restrições mais estritas. Isso significa suspensão de viagens, fechamento de fronteiras ou entrada apenas segundo certos requisitos.

Para a compreensão de como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais, a Abear acredita que o quadro pode dar sinais de melhora até o final do ano. Mas, com a alta do dólar, a demanda por voos internacionais deve ocorrer a médio prazo.

Até lá, o setor terá que lidar com oscilações. Como já dito, possivelmente o ano em que o número total de passageiros excederá o de 2019 será 2023, para voos domésticos, e 2025, para internacionais.

Porém, especialistas preveem melhorias nas viagens de fim de ano. Isso depende de alguns fatores, como o desenvolvimento da pandemia ou o surgimento de novas tensões.

Vale lembrar que os números de duas das principais companhias aéreas do país ainda demonstram dificuldade.

Por exemplo,  a Latam opera atualmente com 27% da capacidade. De maneira similar, a Azul está fazendo 480 por dia.

Porém, as pessoas têm vontade de viajar e provavelmente em algum momento vão tentar compensar o tempo perdido. Tudo isso influencia em como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais.

Quando houver a reabertura das fronteiras, pode ser que o setor se recupere mais rapidamente, a depender da vacinação e do quadro econômico.

Vale lembrar que a desaceleração causada pela Covid-19 resultou na queda dos gastos no exterior.

De acordo com o Banco Central, os brasileiros gastaram US$ 860 milhões com viagens no segundo trimestre. No ano passado, o valor foi de US$ 2,9 bilhões.

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Como está a restrição de entrada de estrangeiros no Brasil

Em junho deste ano, uma portaria interministerial restringiu de forma temporária a entrada de estrangeiros no país. A medida está de acordo com o que recomenda a Anvisa.

O intuito é evitar a entrada de pessoas contaminadas com variantes da Covid-19.

Segundo a Anvisa, os estrangeiros de determinados países não poderiam entrar no Brasil caso não se alinhassem a determinados protocolos e requisitos.

Além disso, os brasileiros que voltassem desses países teriam que aderir a uma quarentena de 14 dias no local de chegada.

Então, houve proibição temporária de voos internacionais saindo e entrando no país.

As limitações de entrada para o Brasil da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte estão valendo desde dezembro do ano passado.

No caso de estrangeiros da África do Sul, desde janeiro deste ano. No caso da Índia, as restrições prevalecem desde maio.

Portanto, além de saber como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais, é interessante entender a relação do país com os estrangeiros.

O que diz a portaria

As novas regras preveem as determinações que serão explicadas a seguir. Pessoas que tiveram Covid-19 nos últimos 90 dias a partir da data dos sintomas são assintomáticos. Logo, continuarão a fazer testes ​​para Covid- 19 do país.

Além disso, precisam entregar dois resultados de RT-PCR com intervalo mínimo de 14 dias. O último precisa ter sido realizado 72 horas antes do embarque.

Outro teste exigido é o de antígeno com resultado negativo ou indetectável, além de atestado médico.

No entanto, o regulamento apresenta várias exceções que garantem o direito de estrangeiros de entrarem no Brasil.

Para isso, é preciso seguir protocolos e requisitos de migração como o fornecimento de documentos que comprovem a realização dos testes do coronavírus.

Algumas das situações em que é concedida a autorização para voos de carga, por exemplo.

As limitações descritas não são utilizadas na implementação de medidas humanitárias e de ajuda emergencial.

O documento acrescenta que as medidas não se aplicam a imigrantes que tenham residência permanente em território brasileiro.

Além disso, não se aplica a:

-> Profissional estrangeiro ao serviço de organização internacional.

-> Funcionário público estrangeiro credenciado pelo governo brasileiro.

-> Estrangeiros em determinadas situações, como cônjuges, companheiros, filhos, pais ou tutores de brasileiros.

A permissão entrada de pessoas com autorização de autoridades brasileiras também é válida por motivos de interesse público

Em conclusão, o regulamento prevê punições para quem não aderir às medidas.

Gostou de saber mais sobre como está sendo o retorno dos voos nacionais e internacionais?

Caso você tenha tido algum problema com viagens aéreas de 5 anos para cá, entre em contato com a Liberfly!