A segurança no transporte coletivo impacta diretamente a vida das mulheres. No Brasil, relatos de assédio, medo e restrições de mobilidade são frequentes, tornando essa questão urgente e relevante.
Segundo pesquisa do Instituto Patrícia Galvão, 97% das mulheres brasileiras já sofreram assédio em espaços públicos, sendo o transporte coletivo um dos principais cenários.
Diante desse contexto, empresas com papel de liderança no setor têm a responsabilidade de agir.
O Grupo Guanabara abraça essa missão, investindo em iniciativas que buscam transformar a experiência das passageiras e garantir um ambiente de respeito e segurança.
Panorama da mobilidade feminina no Brasil
Mulheres representam uma parcela expressiva dos usuários do transporte coletivo e, para muitas, a rotina de deslocamento é marcada por desafios que vão além do trajeto.
Entre os principais obstáculos enfrentados estão:
- Assédio sexual e importunação durante a viagem;
- Sensação constante de insegurança, principalmente em horários de menor movimento;
- Falta de infraestrutura adequada, como iluminação e pontos de parada seguros;
- Restrição de horários e trajetos por medo da violência.
Esses fatores limitam a liberdade de ir e vir das mulheres e afetam diretamente sua qualidade de vida, carreira e bem-estar.
A visão do Grupo Guanabara sobre a segurança feminina
O Grupo Guanabara reconhece que a segurança no transporte possui uma dimensão de gênero e que a experiência de viagem de uma mulher é diferente da de um homem.
Como destaca Letícia Pines, diretora da empresa, a jornada de uma mulher muitas vezes é dupla ou tripla, envolvendo trabalho, estudo e o cuidado com a família, o que a expõe ainda mais ao transporte público.
Essa consciência é o que move a empresa a ir além do básico. Em vez de apenas reagir a incidentes, o Grupo busca criar uma cultura de prevenção e acolhimento, onde a segurança é um pilar fundamental do serviço.
Iniciativas que fazem a diferença
Liderado por vozes como a de Letícia Pines, o compromisso do Grupo Guanabara se traduz em ações concretas, detalhadas no vídeo institucional da empresa. O foco é capacitar a equipe para ser um ponto de apoio ativo para as passageiras.
Confira as principais iniciativas.
Treinamento focado em acolhimento
Os colaboradores são treinados não apenas para identificar situações de risco, mas para saber como agir e o que dizer. A capacitação ensina a oferecer ajuda de forma empática e a encaminhar as denúncias corretamente.
Campanha “Posso Ajudar?”
Mais do que um slogan, é um protocolo de ação. Os motoristas e a equipe de bordo são instruídos a se apresentar como um porto seguro, prontos para intervir e proteger a vítima.
Monitoramento e canais de denúncia
Além das câmeras de segurança, a empresa reforça seus canais de comunicação para que as vítimas possam relatar ocorrências de forma segura, garantindo que cada caso seja tratado com a seriedade necessária.
Essas medidas mostram um compromisso que começa no treinamento e se reflete no atendimento diário, transformando a equipe em verdadeiros guardiões da segurança a bordo.
Resultados e o caminho a seguir
O impacto dessas ações é a construção de uma relação de confiança com as passageiras. Saber que a equipe está preparada para ajudar e que a empresa leva a sério a segurança feminina faz toda a diferença na percepção de tranquilidade durante a viagem.
Como Letícia Pines reforça no vídeo, o objetivo é que cada mulher se sinta segura e respeitada em todos os momentos de sua jornada. Para conhecer mais sobre essa visão e as ações práticas do Grupo Guanabara, assista ao vídeo completo no YouTube.
A luta por um transporte mais seguro para todos é contínua, e o exemplo do Grupo Guanabara mostra que, com empatia, treinamento e responsabilidade, é possível construir um futuro onde a mobilidade feminina seja sinônimo de liberdade, e não de medo.
Discutir a mobilidade feminina é essencial para construir cidades mais justas e inclusivas. O Grupo Guanabara, por meio de lideranças engajadas e ações práticas, demonstra seu compromisso em ser parte da solução, garantindo que o transporte coletivo seja um espaço de respeito e segurança para as mulheres.
Para saber mais sobre as iniciativas, assista ao vídeo e junte-se a essa conversa por uma mobilidade mais equitativa.

