A LiberFly é a nova associada da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs). A associação representa todas as startups cuja finalidade é atender pessoas físicas ou empresas, departamentos jurídicos, advogados autônomos e escritórios, se utilizando de tecnologia para facilitar os trâmites jurídicos. A AB2L tem o objetivo de organizar o setor das Lawtechs/ Legaltechs, negociar parcerias entre empresas e mediar com legisladores.

Por que se associar à AB2L?

A LiberFly acredita no crescimento das startups e no uso de tecnologia para fomentar o mercado nacional e internacional, no poder de empresas com novas ideias e, principalmente, na melhoria do atendimento prestado ao cliente. Por esses motivos, a LiberFly se associou visando um mercado que facilita a mediação entre pessoa física e empresa e no crescimento mercadológico firmando parcerias com outras startups com o mesmo propósito.

>Veja a matéria sobre a LiberFly no site da AB2L!

Ari Jr, CEO LiberFly, conta os motivos que levaram a empresa a se associar com a AB2L. “A AB2L busca a criação e fortalecimento de um novo nicho de serviços que podem mudar um segmento marcado pelo tradicionalismo. Portanto, espalhar de forma efetiva os ideais em que nos pautamos é um dos motivos para essa associação”, explica.

O que é lawtech?

Lawtech (ou legaltech) é a abreviação de law (advocacia) e technology (tecnologia). Portanto, são empresas que se utilizam da evolução da informação e avanços tecnológicos para otimizar os processos jurídicos através de aplicativos, sorftwares ou sites.

A revolução tecnológica na área jurídica ainda esbarra em alguns entraves da própria lei. Parece contraditório, mas a necessidade de regularizar o que vem para melhorar o funcionamento da própria lei está sendo discutido.

O Brasil está caminhando para que as startups tenham leis e orientações específicas quanto aos serviços prestados para a sociedade. Criada no dia 25 de junho desse ano, a Comissão de Startups, Proteção de Dados e Inovação da OAB/ES tem o objetivo de trazer palestras e agrupar pessoas para discutir os temas que envolvem essa nova área do direito junto as startups.

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São 13 mil startups espalhadas pelo país, 2 mil criadas só esse ano. O crescimento deste modelo de negócio baseado na tecnologia é nítido, aumentando a necessidade de uma advocacia adaptada para o empresariado saber que pode contar com advogados especializados na área.

Os benefícios da Comissão especializada em Startup, Proteção de Dados e Inovação têm reflexos tanto no empresariado e no setor jurídico, quanto na sociedade. Assim como a tecnologia gera novos tipos de negócios, é necessário que toda a sociedade acompanhe essa evolução do mercado. São novos tipos de serviços que facilitam a vida dos clientes, mais oportunidades de emprego e novas formas de trabalhar.

Proteção de dados: LGPD e sua importância para a sociedade

Diretamente ligada à tecnologia e ao direito, a proteção de dados é tema recorrente nos debates sobre o tratamento de informações pessoais realizado pelas empresas. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) traz consigo punições em caso de vazamento e uso indevido de dados pessoais afim de proteger o cidadão.

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O aumento significativo de dispositivos tecnológicos e, consequentemente, transferência dos dados pessoais do usuário proporcionou a deliberada invasão de sua privacidade. O escândalo com o Facebook nas eleições dos Estados Unidos, no qual a empresa Cambridge Analytica coletou dados irregularmente dos usuários norte-americanos, ligou o sinal de alerta em outras nações para que tratassem melhor a proteção de dados da população.

A LGPD não protege os dados das empresas, apenas informações pessoais de pessoas físicas. Entrevistamos Isabely Ceolin, advogada com foco em proteção de dados, sobre como a Lei Geral de Proteção de Dados impacta na vida do cidadão e o quão importante é o tema quando se trata de lawtechs como a LiberFly.

Pedro Maioli: Qual a importância da Proteção de Dados nas empresas para seus clientes e sociedade?

Isabely Ceolin: Primeiramente, é preciso explicar que a proteção de dados é um viés do direito à privacidade, faz parte dele, apesar de não ser o que o faz existir sozinho. É uma complementação. O que se busca é garantir que a sociedade (e de forma individualizada, o ser humano) tenha sua vida íntima resguardada.

Podemos dizer que não existe privacidade sem proteção de dados, pois o direito à privacidade, para ser protegido depende, de certa forma, que a proteção dos dados de uma pessoa seja garantida.

A proteção de dados permite que as pessoas tenham um maior controle sobre como suas informações são utilizadas por organizações, empresas e pelo governo. É um maior controle sobre sua própria vida. Sem a proteção necessária sobre seus dados, as pessoas não têm transparência suficiente sobre como suas informações estão sendo trabalhadas e consumidas, o que gera desconfiança.

Já uma empresa ganha muito adotando uma Política de Proteção de Dados transparente, principalmente credibilidade no mercado. Com maior transparência no uso dos dados, é ratificada a reputação da empresa, que acaba por melhorar o relacionamento com os consumidores e colaboradores e, consequentemente, traz mais credibilidade para o negócio.

P.M.: Quais os objetivos da regulamentação da Lei de Proteção de Dados Pessoais?

I.C.: A lei é clara quanto ao seu objetivo principal, que é: proteger os direitos de liberdade, de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. A lei objetiva regulamentar todo o tratamento de dados pessoais dos indivíduos garantindo os direitos mencionados.

Fato é que as pessoas não se dão conta da quantidade de informações pessoais que fornecem sobre si mesmos à diversas empresas e como isso foge de seu controle. A lei visa trazer de volta um pouco desse controle.

P.M: Qual a importância da Proteção de Dados Pessoais para o setor de lawtechs?

I.C: a importância é a mesma que vale para toda e qualquer empresa. Por que é preciso criar uma conscientização de que proteção de dados pessoais é uma cultura que se faz necessária dentro de uma organização, seja ela uma multinacional, seja ela uma startup.

Se a empresa faz tratamento de dados pessoais, seja este de coleta, armazenamento ou compartilhamento de informações como, por exemplo, nome, CPF, RG e e-mail, está sujeita ser enquadrada no âmbito da aplicação da LGPD.

Uma Lawtech tem como principal funcionalidade revolucionar o serviço jurídico oferecendo soluções de base tecnológicas. Dessa forma, a partir do momento em que se tem a necessidade de tratamento de qualquer tipo de dado pessoal, há a importância de se executar mecanismos de proteção a esses dados.

LiberFly: a tecnologia no direito

Apostar em tecnologia é natural quando se busca potencializar a prestação de serviço e constante aumento de clientes. É exatamente o papel da LiberFly quando oferece de forma gratuita os seus serviços através do site Liberfly.com.br.

Mediando os problemas de passageiros com companhias aéreas, otimizando o tempo das plataformas judiciais e resolvendo a questão de forma ágil para o passageiro. “Acreditamos que a tecnologia é a única forma de atendermos a massa de consumidores que anseia pela busca e efetivação de seus direitos de forma prática e ágil. Por isso, possuímos diversos profissionais focados exclusivamente no desenvolvimento de novas tecnologias para atingirmos nosso propósito”, finaliza Ari.

A associação com a AB2L eleva o patamar da LiberFly no mercado de inovação e propõe novos desafios no futuro. Isso fortalece laços com outras empresas que inovam em seus nichos ao aplicarem o desenvolvimento de tecnologia e atendimento ao cliente.

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